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AMILCAR MANUEL ALVES DE FIGUEIREDO
Natural de Caldas da Rainha, Portugal, 23/09/l929.
Local, cuja fundação do seu Hospital em l485
Pela Rainha D. Leonor de Lencastre, mulher de
D. João II, deu origem à formação da terra que hoje é cidade.
Filho de ceramistas, ao tempo, o pai modelador cerâmico e
A mãe ceramista de verguinha, reflectiam a descendência
De uma linha dos seus progenitores, artistas do mesmo ofício.
Na formação primária foi notada a tendência para o desenho
À vista que, a solicitações de professores, foi ornando as
Paredes das salas de aulas. Aos doze anos começou a
Trabalhar no comércio local, onde se manteve até aos
dezenove.
Nessa altura, após ter cursado formação comercial,
Passou a trabalhar em contabilidade até aos 24 anos.
Casou com Maria Amélia Franco Antunes e, logo após,
Seguiram para África em 1954 aonde lhe nasceram três filhos:
Ana Maria, Maria Luísa e João Manuel.
Ali, na Guiné, permaneceram vinte anos. Durante esse
Período escreveu nos diários Arauto e Notícias da Guiné.
Primeiro foi funcionário público, depois passou a especialista
Em fotografia de formação autodidacta.
Em 1974 regressou às origens com dedicação total à fotografia
Até fins de 1999, altura em que foi acometido por doença
Cardiovascular a qual se vinha manifestando desde 1982.
Nessa data suspendeu a actividade profissional e jornalística,
Hobby que mantinha e também a direcção de um semanário regional Notícias das Caldas.
Entretanto, mais tarde, manteve durante dez anos na Gazeta das Caldas
A rubrica “O Canto do Galo”.
Agora, desde meados do ano dois mil, mantém semanalmente
Neste periódico as rubricas “Vagas Prosaicas” e “Rimas Frescas”
Foi abordado por dois Editores e também pela continuada
Insistência dos filhos, para que publique um livro de poesias.
Porém, tem-se recusado.
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