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Os cravos que plantei,
Já florescem!
No meu jardim da liberdade
Sem amarras.
Vão brotando um a um
Vermelhos, brancos,
De múltiplas alegorias
O perfume é intenso
Apodera-se das correntes
Promíscuas,
Das mentes dormentes.
Unem-se em força...
Os meus cravos vermelhos,
Em 33 molhos constantes,
Que divido!
Pelo povo que engrandece,
O nosso 25 de Abril
Eternamente vivo!
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