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Vi-me perdida, isolada entre o arvoredo de um labirinto. Já estava tonta,
receosa. Quantas voltas, teria de dar novamente para me encontrar com a saída?
Suspirei, reflecti... Não! Não valeria apena voltar pelo mesmo caminho! Então, fechei os olhos e deixei que o inconsciente me guiasse. Passo a passo, plantando uma semente aqui e ali, foi-se desvendando o caminho. Só depois me apercebi que, quando uma porta se fecha, existe sempre outra porta aberta à nossa espera.
Voltei a sorrir de novo...
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