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Encostei-me a um pinheiro, num descampado deserto para descansar um pouco, as batidas incertas do meu pequeno coração.
O calor era imenso, abrasador, tive a sensação que me havia perdido.
Adormeci...
Na novíssima sombra de ramagens verdejantes, que me refrescavam suavemente a palidez do meu rosto.
Sonhei...
Ali sozinha, tive a certeza!
Que Deus não se esquecera de mim, quando colocou aquele pinheiro em volta do nada.
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