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Agasalhada no meu âmago,
No recanto da minh’alma,
Repousa, com docilidade...
Acalenta-me!... Calma!
Antepara-me dos medos,
E diligente, os acalma,
Como aragem benfazeja...
Acaricia-me!... Calma!
Os argumentos adversos,
Transparente, os reclama,
Reluzente como o Sol...
Ilumina-me!... Calma!
As questões descabidas,
Desvelada, as difama,
Com um toque elevado...
Purifica-me!... Calma!
Os ditos indelicados,
Sabiamente, os infama,
Inoculando brandura...
Envolve-me!... Calma!
Os momentos enigmáticos,
O sutil transe, os inflama,
Com sublimidade e Paz...
Inspira-me!... Calma! |
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