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Distanciando da superfície,
Alcanço a profundeza!...
Mas não é o mais alto
E nem o mais entranhado,
É só um alçar de vôo...
Em busca de solta agudeza!
Mergulhando na liberdade,
Medro canção do prazer!...
Fujo do espaço contido,
Para o âmago escavar...
Sem nenhuma hesitação,
De o espírito ofender!...
Revelando com plenitude,
O despejar da opressão!...
Seduzo, então, o idear... -
De afastar a inquietação!
E sem qualquer desalento,
Existir com determinação! |
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