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O anoitecer cai sobre a simplória vila,
Faz-se presente, o luar belo e mágico!
Tudo agora reflete a enaltecida calma,
Das humildes pessoas desse povoado.
Não sei quem circunvaga tão sozinho,
Por entre as ruelas e num desabafo...
Chora a saudade do amor que partiu.
E entre soluços, um canto é entoado...
Num êxtase, eu escuto o triste cantar,
Dentre grande silêncio e tão estridente,
Que enche d’água meus olhos cerrados,
E combalida, minha alma jaz plangente.
Ansiando pelo sono... rogo-o em prece!
Mas, lá fora... o murmúrio cheio de dor,
Buscando encontrar quem mais não tem,
Faz-me deixar de sonhar com um amor. |
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