|
|
Adeus! Acabaram-se os sonhos...
Que vivi, numa procura ilusória,
De dias encantados e venturosos,
Mas, foi uma esperança inglória.
Ah! Quão ditosos e quão breves,
Foram esses momentos de então...
Que consternado, não os esquece,
O resignado e tristonho coração.
Que será desse malfadado destino,
Açoitado por ar sempre tão funesto,
Como desfolhar do sopro do outono
Ou cruel manto gélido do inverno?
Parece-me se desenha uma idealidade,
Que nasce arrebatada na imaginação...
Depois... de vivenciar a vil tempestade,
Acordes suaves ecoarão minha canção! |
|