|
|
Oi, Amor!
Esta noite eu não te vi...
Por que sites andavas para
não te lembrares de mim...
Vagavas, distraída, por outras
distantes páginas?
Meu micro, para poder viver,
creia, já depende das formas
do teu rosto, do teu sorriso,
do teu sentimento...
Nossas almas, conectadas na
simplicidade da poesia, já se
amam como se juntas tivessem
vivido por uma eternidade.
E, com a ansiedade dos amantes
distantes, seguimos o cadenciar
silábico das mensagens que nascem,
com ternura, nos braços líricos das
nossas vidas que, unidas, divagam
livres...
Onde encontrá-la nesta noite?
Seus limites já se dispersam nas
luzes do amanhecer. Numa última
tentativa, abro a caixa de entrada.
Ela só reforça a tristeza fria do
sinal sonoro que aponta o vazio...
Tua ausência incomoda, machuca.
Indica levemente a dor infinita que
marcará em mim o dia em que para
sempre partires ...
Boa noite, Amor! Se possível for...
|
|