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Domingos
Oliveira Medeiros |
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Nasceu em Pombal, no sertão da Paraíba
e com cinco anos foi levado para o Rio de Janeiro onde morou por 30
anos aproximadamente. Ali casou-se e fez seus
estudos até a universidade. Administrador de
Empresas com especialização em Recursos humanos. Aposentado pelo Ministério Público – Procuradoria Geral da Justiça do Trabalho. Tem cinco filhos. Desde 1979 reside em Brasília-DF. Pertenceu ao corpo técnico do extinto DASP - Departamento Administrativo do Serviço Público, provimento por concurso público. Ocupou, tanto na União como no governo do DF, vários cargos comissionados.
Seu gosto pela literatura surgiu por influência
de seu pai, Anízio Medeiros, já falecido. Músico autodidata (violão e trombone) poeta e seu amigo de sempre, gostava de ler e de escrever.
Domingos faleceu em 13 de abril de 2007 em Brasília.
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Falar de si mesmo, fotografar-se, revelar-se, parece fácil; parece.
Mas, afinal, falar de quem convive conosco,
desde pequeno, desde que nascemos, melhor dizendo,
não deveria.
Somos mais do que unha e carne, do que carne e osso.
Mas, nem por isso nos conhecemos;
vez por outra, nos surpreendemos.
O espelho que nos reflete é testemunha do que digo.
Das manhãs em que não me reconheço.
E que não são poucas.
Às vez triste, pela vida sem apreço, vida louca!
Às vezes sorrindo, sem motivos, sem tropeços.
Culpa do ângulo da fotografia; culpa daquele dia.
A saída, no entanto, sem covardia,
está, por certo, na foto mais amarelada,
que traz a experiência acumulada.
Meu auto-retrato, por exemplo, é bem pequeno.
Pouco mais de uma foto três por quatro. Se tanto.
Sou tímido, na medida certa.
Mas sempre gostei de festa.
Todas as festas da natureza.
A festa que acontece a cada nascer do sol.
O barulho da chuva sobre o telhado da casa simples,
O balançar das árvores com o vento,
O trovão e o raio rasgando às noites,
Com seus açoites.
Fim da tempestade. Reina a paz. Volta o sossego.
O luar, a comida caseira, e um par de chinelos,
Além de um pouco de sobremesa.
E o resumo de tudo: o AMOR, na acepção ampla do termo.
A família, os amigos, a boa leitura. A boa música.
Sonhos e fantasias.
Exercitando a cidadania, a fraternidade e a caridade; se possível, todo dia.
Com a mesma liberdade dos pássaros.
Voando no meu cantinho; ouvindo o violão.
Sem do banquinho abrir mão.
Acreditando no futuro e, finalmente,
no verdadeiro sentido da vida: DEUS.
Assim sou eu.
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Sonhos
& Pesadelos
"Tem dias em que acordamos na madrugada e nos damos conta de que o sono foi embora.
Os pensamentos começam a rodar em torno de nós. Foi numa madrugada dessas que tudo começou. Tive um sonho e um pesadelo. Perdi o sono e surgiu, então..."
247 páginas numa excelente encadernação!
Artigos, ensaios, crônicas, contos, poesias e cordel compõem esta magnífica obra. |
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Fragmentos
do Cotidiano
"Os textos que compõem esta obra fazem parte da seleção dentre aqueles elaborados a partir de 2002, durante as madrugadas de insônia e retratam a leitura que fiz do cotidiano, por mim vivenciado, a partir do noticiário que nos chegam de diversas fontes e, também, pela via de inspiração que, vez por outra, sopram com força em nossos ouvidos, como que pedindo para ser compartilhada por um número maior de pessoas.
Esta é, portanto, a razão da diversidade de temas que são abordados... "
466 páginas em papel especial e excelente encadernação!
Composta de Artigos, ensaios, crônicas, contos, monólogos, poesias e cordel. |
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