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Quando os exilados,
Reprimem-se em clausura
Solfejam gritos
Em ecos de revolta:
- Quero o meu país de volta!
Quando o sangue escorre
Em lágrimas de dor,
Os nomes da inocência
O vento sopra:
- Quero o meu país de volta!
Quando a miséria
É fécula dos corruptos,
Que ensebam
Os bolsos da ditadura
O povo chora:
- Quero o meu país de volta!
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