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Cortei o mato aplainei terra,
Nenhum tempo e tão pouco emoções.
Da minha rua fiz um pé de serra,
Foram mentiras e alianações.
Era verde a bandeira trêmula,
Esquecida e rubra agora vejo.
Arrojada e cheia de estrelas,
Tal e qual o meu sonho agora desejo.
Quero apenas meu país de volta,
Ir à feira, cinema e ao futebol,
Sem ter no peito uma revolta.
Pátria alegre da esperança,
Brasil que anda, mas podia correr.
Nação que sofre e não quer morrer.
© Denise Figueiredo
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