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Mulher...
Em que terra,
em que mares te escondias...
encoberta em véus?
São tantas coisas que quero saber-te
Que, senil, não há mais tempo pra beber-te
em taças que irei buscas nos céus!
Vou conversar com o tempo,
E suplicar, se inda houver tempo,
que harmonize teu tempo com o meu!
E, assim, buscando a justaposição,
Seguirmos, paralelamente,
Num destino que aproxime o meu... do teu!
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