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(Para Arethuza Vianna)
Mas... (interrogo-me) – que posso eu dizer?...
- O que pode escrever a minha pena,
Se, ao ler estes sonetos, logo choro,
Fazendo, ao lê-los, triste cena?...
O Abraço” m’entrelaça n’amizade
“Versos para um ancião”... Nem digo nada!
Depois...”Amor mundano”, sem maldade,
E “Tuas lágrimas”...que vertem saudade...
São sonetos que muito adoro ler
De belos sentimentos e são magia
D’amor, de saudade, de bela poesia...
Ó Arethuza! - Não deixes de escrever!
Que Deus abençoe o teu engenho e arte
E tal sentimento teu mais se aparte!
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