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Baiano de Recife dos Cardosos - Ibititá (região de Irecê)/ Chapada
Diamantina, Gustavo Dourado (Amargedom) viveu na Bahia durante
15 anos. Em Brasília há 25 anos, tem participado ativamente dos
movimentos políticos,ecológicos, populares, sociais e culturais.
Na UnB destacou-se como líder estudantil e cultural e promoveu
vários eventos como o Flimpo, a Expoarte, Show do Arroto e
encontros estudantis. Foi fundador e Diretor do Centro Acadêmico
de Letras.
Amargedom é autor de nove livros, alguns premiados e com poemas
traduzidos em cinco idiomas. É professor de Português, Literatura,
Lingüística, Redação, Ensino Religioso, Práticas Agrícolas e Folclore
Brasileiro. Lecionou no Colégio Elefante Branco e na Faculdade de
Artes Dulcina de Moraes.Ensinou no Gama, Ceilândia, Taguatinga,
LBA e no Hospital Sarah (nas áreas de criatividade e de linguagens
artísticas).
Atuou como delegado e militante do Sindicato dos Professores,
Senalba, Sindsep e Sindicato dos Escritores (Diretor sociocultural).
Em Taguatinga dirigiu o CineClube Gritto, participou da Associação
dos Moradores da QNG, do Grupo Caxadágua e da Associação de
Arte e Cultura / FACULTA.
É produtor cultural e de eventos e membro do Fórum Brasília. Faz parte de
academias e entidades socioculturais. Presidente da Academia de Letras e
Música do Brasil e membro da Academia Internacional de Lutèce, Paris,
França. Pesquisador cinematográfico, fez a pesquisa biográfica e literária
do filme “Castro Alves”, de Silvio Tendler, prêmio Margarida de Prata da
CNBB, em 1999.
Assessor de Literatura da Fundação Cultural do DF. Presidente do Sindicato
dos Escritores do DF. Representante da União Brasileira de Escritores.
Filiado à Associação de Imprensa de Brasília. Pós-graduado em Gestão (ONU), Literatura, Educação, Folclore, Cultura Popular, Linguagem Teatral e
Linguagens Artísticas. Seu trabalho recebe constantes elogios de críticos e
jornalistas e foi analisado pela professora, escritora e antropóloga Sylvie
Raynal, da Universidade Sorbonne (França),Wolf Ludwig, da Alemanha e
outros pesquisadores estrangeiros.Conselheiro da revista DF Letras, do
Concurso de Redação da S/A Correio Braziliense / Fundação Assis
Chateaubriand,prêmio Estadão de Cultura/jornal O Estado de São Paulo,
Imprensa Nacional,entre outros. Representante de FEDF (Fundação
Educacional do Distrito Federal) junto a 52ª SBPC, realizada na
Universidade de Brasília, em julho de 2000.
Foi alfabetizado aos três anos pelo pai, com leituras bíblicas, literatura oral
e literatura de cordel, ouvindo estórias, causos, repentes e lendas
sertanejas.
Destaca-se como um dos escritores baianos/brasilienses mais criativos e
inovadores dos últimos tempos, de acordo com renomados críticos..
Estabeleceu contato com os concretistas,
neoconcretistas, cordelistas, repentistas,
experimentalistas, jornalistas e vanguardistas de várias
tendências. Autor de centenas de folhetos de Cordel (muitos inéditos),
contos, crônicas, ensaios, romances e roteiros cinematográficos.
No GDF criou /coordenou diversos projetos lítero-culturais, tais como
Poesia no Ônibus, Encontro com a Palavra, Bolsa Brasília de Produção
Literária, Lançamentos de Livros, Estante do Escritor, Fórum Permanente
de Escritores, entre outros. Participou ativamente da Feira do Livro de
Brasília, Festivais de Cinema,Classe Arte, Temporadas Populares, Hora do
Trabalhador, Almoço com o Escritor, Bienais Internacionais do Livro do Rio
e de São Paulo. Improvisador, repentista, declamador. Participou de mais
de 500 recitais poéticos e de diversas antologias, jornais e revistas no
Brasil e no exterior. O seu livro Phalábora foi selecionado pela Comissão
Editorial Letras da Bahia para ser divulgado no Projeto Brasil 500 Anos e
foi objeto de estudo do Professor Ilton Cerqueira no Mestrado de História
da Universidade Federal de Ouro Preto, em 1999. Em 2000 inaugurou com
o reitor da Universidade de Brasília, Prof. Lauro Morhy , a Estante do
Escritor Brasiliense, na Biblioteca Central da UnB, com a participação de
mais de 200 autores.
Estudioso da História e da Literatura da Bahia e de Brasilia com destaque
para assuntos ligados ao cangaço,Lampião, Corisco, Padre Cícero, Canudos,
coronelismo, Horácio de Matos, Manoel Querino, Revoltosos, Cordel,
garimpeiros, genealogia, ciganos, pioneiros, JK, Missão Cruls, jagunços e
aventureiros do Planalto Central, do Cerrado, de Goiás, do Sertão
Nordestino e da Chapada Diamantina.
Tem parentesco com Raul Seixas, Castro Alves, Glauber Rocha e Regina
Dourado. Descendente de família de escritores, dos quais se destacam
Autran Dourado, Ângelo Dourado, Alzira Dourado, Mecenas Dourado e o
cartógrafo português Fernão Vaz Dourado, entre outros.
Atualmente, cursa pós-graduação em Gestão Pública na Escola de Governo
do Distrito Federal em Convênio com a ONU- Organização das Nações
Unidas.
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