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Nasceu em Lisboa, em 21. Maio. 1939, a linda cidade de Portugal, das sete colinas, dos bairros típicos e das vielas, toda ela debruçada sobre a margem do rio Tejo, escutando o dedilhar das cordas das guitarras acompanhando o poema dum triste fado.
Aqui estudou e nela sempre exerceu a sua actividade profissional, esta ligada ao desenho técnico e, posteriormente, à construção civil, depois de concluídos os estudos como trabalhador estudante, como Ag. Téc. de Arqª. e Engenharia, na direcção de obras públicas e construções industriais, actividade em que se sentiu realizado profissionalmente, dentro do seu contexto da arte e na procura da perfeição.
Casado à 45 anos, encontrou na sua esposa a sua outra alma gémea e juntos, formaram as asas perfeitas que tornaram possível o voo harmonioso da pomba mística do seu casamento, o qual foi abençoado com dois filhos maravilhosos, e hoje, com um neto, ainda muito jovenzinho.
A sua vida foi sempre dedicada, em especial, à família e ao estudo, e nos tempos livres à leitura, à música e ás viagens, considerando-se um cidadão do Mundo até motivado pela sua religião e visão, no contexto da Unidade Planetária para uma Nova Ordem Mundial.
Sempre teve um especial interesse pelas actividades ao ar livre, daí ter praticado, desde muito novo, junto com a família, o campismo nas suas várias formas de estar e de libertação física e espiritual.
Toda a leitura, em especial a poesia e a música, sempre exerceram uma atracção muito especial, principalmente quando, ainda muito jovem, começou a participar, na escola que frequentava, em encontros de estudo da língua portuguesa e de declamação da poesia dos grandes poetas portugueses.
Não tem registos de poemas que tenha feito nessa altura e só muito recentemente, há cerca de 5 anos, depois da sua aposentação, quando também decidiram fixar residência no Algarve, no sul de Portugal, começou a escrever a sua simples poesia... começou a “poetizar”, como sempre gosta de referir.
Sempre teve uma admiração especial pelos Poetas com escrita simples e clara, com uma referência especial por Camões, por Augusto Gil e o seu lindo poema, a “Balada da neve”, todo ele decorado quando ainda jovem, por António Gedeão, com especial lembrança pelo seu poema “Pedra Filosofal”, por Florbela Espanca e os seus ternos e tristes sonetos, e tantos outros, que marcaram para sempre, a sua forma de sentir e amar a poesia.
Nesta sua nova fase de vida de poetizador, tornou-se membro efectivo da AVBL – Academia Virtual de Letras do Brasil, onde tem publicados alguns dos seus poemas.
Não tem trabalhos publicados, tendo apenas participado, com alguns dos seus poemas, na 2ª. e na 3ª. Antologia Poética-Literária, ambas editadas pela AVBL.
Com uma tendência muito própria e especial pelo estudo da mística, da religião, da espiritualidade e, em especial, pelos temas da vida real, temas que tanto o preocupam e que tanto afectam a humanidade no seu todo, sendo estas, componentes fortes e sempre presentes nos seus poemas.
De escrita que procura seja simples, todavia sente que ela tem uma certa parte de tristeza e de dor, mas também de esperança, apesar de, pessoalmente, considerar e ter um carácter alegre, expansivo e romântico, gostando da arte nas suas várias expressões, do movimento, e da espiritualidade.
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