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José Carlos Primaz

   

Meu Patrono: KHALIL GIBRAN

 Poeta e
Escritor
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A TRISTEZA DOS MEUS POEMAS

QUANDO A MINHA ALMA PARTIR...

A Árvore... Que a sua sombra me deu

CANSADO DA VIDA

CANSADO DA VIDA

NA ILHA DOS MEUS SONHOS

NOITE DE FRIO NA ALMA...

PAPOILAS VERMELHAS

POR UM PEDAÇO DE TERRA...

SER POETA É...

A LETRA PARA ESTE MEU FADO...

ÊXTASE

NESTE VAZIO A MEU LADO

POEMA DA AMIZADE

PRAIA VAZIA

UMA NOVA PRIMAVERA

NA ÁGUA LAVEI AS LÁGRIMAS

NO VAZIO DESTE MEU SONHO...

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José Carlos Primaz

 

 

 Nasceu em Lisboa, em 21. Maio. 1939, a linda cidade de Portugal, das sete colinas, dos bairros típicos e das vielas, toda ela debruçada sobre a margem do rio Tejo, escutando o dedilhar das cordas das guitarras acompanhando o poema dum triste fado.
Aqui estudou e nela sempre exerceu a sua actividade profissional, esta ligada ao desenho técnico e, posteriormente, à construção civil, depois de concluídos os estudos como trabalhador estudante, como Ag. Téc. de Arqª. e Engenharia, na direcção de obras públicas e construções industriais, actividade em que se sentiu realizado profissionalmente, dentro do seu contexto da arte e na procura da perfeição.
Casado à 45 anos, encontrou na sua esposa a sua outra alma gémea e juntos, formaram as asas perfeitas que tornaram possível o voo harmonioso da pomba mística do seu casamento, o qual foi abençoado com dois filhos maravilhosos, e hoje, com um neto, ainda muito jovenzinho.
A sua vida foi sempre dedicada, em especial, à família e ao estudo, e nos tempos livres à leitura, à música e ás viagens, considerando-se um cidadão do Mundo até motivado pela sua religião e visão, no contexto da Unidade Planetária para uma Nova Ordem Mundial.
Sempre teve um especial interesse pelas actividades ao ar livre, daí ter praticado, desde muito novo, junto com a família, o campismo nas suas várias formas de estar e de libertação física e espiritual.
Toda a leitura, em especial a poesia e a música, sempre exerceram uma atracção muito especial, principalmente quando, ainda muito jovem, começou a participar, na escola que frequentava, em encontros de estudo da língua portuguesa e de declamação da poesia dos grandes poetas portugueses.
Não tem registos de poemas que tenha feito nessa altura e só muito recentemente, há cerca de 5 anos, depois da sua aposentação, quando também decidiram fixar residência no Algarve, no sul de Portugal, começou a escrever a sua simples poesia... começou a “poetizar”, como sempre gosta de referir. 
Sempre teve uma admiração especial pelos Poetas com escrita simples e clara, com uma referência especial por Camões, por Augusto Gil e o seu lindo poema, a “Balada da neve”, todo ele decorado quando ainda jovem, por António Gedeão, com especial lembrança pelo seu poema “Pedra Filosofal”, por Florbela Espanca e os seus ternos e tristes sonetos, e tantos outros, que marcaram para sempre, a sua forma de sentir e amar a poesia.
Nesta sua nova fase de vida de poetizador, tornou-se membro efectivo da AVBL – Academia Virtual de Letras do Brasil, onde tem publicados alguns dos seus poemas.
Não tem trabalhos publicados, tendo apenas participado, com alguns dos seus poemas, na 2ª. e na 3ª. Antologia Poética-Literária, ambas editadas pela AVBL.
Com uma tendência muito própria e especial pelo estudo da mística, da religião, da espiritualidade e, em especial, pelos temas da vida real, temas que tanto o preocupam e que tanto afectam a humanidade no seu todo, sendo estas, componentes fortes e sempre presentes nos seus poemas.
De escrita que procura seja simples, todavia sente que ela tem uma certa parte de tristeza e de dor, mas também de esperança, apesar de, pessoalmente, considerar e ter um carácter alegre, expansivo e romântico, gostando da arte nas suas várias expressões, do movimento, e da espiritualidade.

 

Auto-retrato

... naquela rua, o poeta um dia eu encontrei,
e logo ali, com curiosidade, lhe perguntei, 
na verdade quem ele era...
mas ele... sonhador, apenas p’ra mim olhou, 
porque certamente só então é que pensou...

Mas afinal, quem eu serei ?

Senão apenas alguém, que por esta vida passou,
Que nela, tanto sofreu e... tanto, nela sonhou,
Porque não queria, nesta vida, só parecer ...
Mas que, afinal, apenas gostava de vir a ser,
Aquilo... que na realidade, eu não sou !

 

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