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Quero que o vento varra
do chão de minha vida
a dor, que um dia me descobriu.
e, ouvindo seu passar uivante,
é adiante que me basta seguir,
desfraldando as bandeiras do amor
em momentos inesquecíveis, alucinantes,
experimentar a alma feminina,
e de seus corpos, o calor inebriante,
no fluir da doçura que não desatina,
cativar sentimentos,
rápido e forte, imergir nos momentos
em que a paz
me dê alegrias,
furtando-me da morte, a lembrança
e neste amálgama sentimental,
nesta deliciosa abastança,
desejo agora, a boa sorte,
de ser um eterno amante.
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