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Amar-te, no porvir deste agora,
insinuando abertamente, que ver-te,
me é fundamental,
inerente ao meu todo dependente de ti.
E nos instantes decorrentes
ser somente teu
mesmo no brio desvairado
da insólita passionalidade que me absorve,
imergindo-me no todo inevitável.
Enfim, envolver-te em mim,
sem medidas, mesuras, nenhum impecilho,
sendo teu na ação imediata,
de um querer incessante
que sempre nos lembrará
nosso tempo atual,
começado antes.
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