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Círculos claros
Jamais circunspectos
Sempre côncavos
E também convexos,
Elos de convergência
Entre faces queridas
Que no alívio das dores banidas
Geram as almas libertas
De alegria exultantes
No coração que,
Sonha amando
Ama sonhando
Mãos que se dão
Em trajeto único
Sem direção
Pela vida afora
Pelo tempo adentro
Pela paixão que enamora
Pelo desejo que ultrapassa
A mesmice alinhavante
De uma geometria constante
Que perpetua o querer
Em linhas absolutamente retas
Para todo o sempre.
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