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Como praga quero tirá-lo de minha caminhada,
jornada que sempre brilhou com ousadia,
sincera em melodia, pois, como um pardal fui.
De minha memória quero apagá-lo!
De meu coração arrancá-lo de todas as auroras,
Amor maldito!
Que veio a mim para que eu pagasse pecados
desde tempos passados.
Missão de aflitos para adiantar a evolução.
Só me faz sofrer e cair em abismos de ciúmes
como erva daninha.
Quase espalha por todos os orifícios.
Sorri maldizendo: Ela é minha!
Tire minha vida então, se quer tirar o que mais amo,
Pois, apesar de você, ela nunca foi em vão.
Saia dos meus pensamentos
com seus sujos momentos de depravação.
Mantenha suas mentiras em sua alma.
Fique com sua tentação!
Pois, se renega o universo e o amor em comunhão,
Continue no inferno...
E que nem o inverno refresque sua solidão.
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