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Impossível às vezes não soltar.
Podridão de um só povo,
Povo que temos que suportar.
Povo que era suposto se amar.
Ignorantes em trilhões,
Parceria com a burrice,
Grande parte medíocre,
Usam apenas crueldade.
Não generalizando,
Não!...
Mas na maioria são.
É esta massa carente
Que polui o pouco que é capaz.
Perturba a paz...
É o atraso em épocas de lama
Que só difama...
O fracasso dá abertura
Como precipício. Loucura!
Para rirem dos vitoriosos de guerra daqui e das alturas.
É a única coisa que lhes sobra,
Pois, estes muitos vivem na miséria,
De céu e terra, inferno com olhos de tubarão,
Sorrindo falsas alegrias,
Não agüentando o desgosto que são.
Mortos por mentirosas ilusões,
Enganam, a cada dia, a si mesmos,
Perdendo evoluções, acabam infelizes,
Indo para o caixão, pensando que acabou a tentação,
Mas, confundem-se e gritam tanto...
Quando se descobrem e se olham cobertos no manto
Abaixo da terra e com doloroso pranto.
Espírito sofrendo, desejando Deus distante,
Ficam anos na escuridão.
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