|
|
Quando escrevo volto à casa de minhas raízes,
sorvendo loucamente coisas de que me desfiz,
para compreender que eram as essências
de que se nutria meu melhor perfume
e a nuvem de prata em que eu navegava
pelos céus da existência.
Se não escrevo, que sou?...
Uma ilusão ou uma idéia absurda?
|
|