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... porque o lodo dos pântanos me respira e me salga por dentro as ramagens...e sob a escuridão do sertão, olhai os lírios do campo...
No vitral do mundo fundem-se as montanhas.
Mas, a minha aldeia por onde caminho
me habita e me acompanha.
As areias povoam-se, as soleiras revestem-se
de musgos e líquens,
mas eu me singro pelos rios,
nas raízes dessas veias,
barcas da minha aldeia.
Toda a palavra pode flanar como folha
ao vento sob a dobra dos juncos,
mas só no corpo da minha aldeia
filtra-se a água da alma do meu silencio,
quando pousado o coração,
o sangue escorre a velada saudade,
e chora a fugacidade do jasmin e do sal,
na eternidade do agora,
do barro deste chão...
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