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Do agreste chão deste céu,
ao longe pirilampos qual relâmpagos
acendem e apagam os olhos da cidade
grande iluminada.
Macabéia mira o mundo com olhar de
pirilampo e
este olhar é apenas um ponto
aportado e difuso nesse imenso mar
de espaços da inquietude,
como um pequeno barco
que o vento flana a branca vela,
sob o lençol da escuridão e o grafite das luas.
Macabeia assim, carrega o sonho,
como um sorvo d'água pura,
do tempo que se faz gota, brilha,
e reflete a luz da lágrima.
...do agreste chão se fecundam os sonhos
da alma-vagalume de Macabéias,
estrelas de mil pontas de Lispector, que reluzem
e pulsam sob a inquietação
deste Céu Vivo!
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