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...nenhum artífice conhece toda a Arte...
(instruções de Ptah-hotep)
Canto sob o papel de arroz.
Entre as mechas dessas cortinas
incenso o meu cio
sob o tabernáculo da neblina.
Tudo me é espuma aos sentidos.
Acústica de silêncios, os alaridos,
porque o sol daquele que não te conhece
está no ocaso,
mas o do que te conhece
brilha incessantemente,
porque Hórus abre os seus olhos.
Sob os véus,
no colo sagrado de Maat,
grita um bando de íbis
brancos sob a face irrevelada.
O santuário pode estar
envolto em trevas
sob a pastagem da erva do tempo,
mas na Terra o fôlego é pira!
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