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”enquanto amadurece
a vida, o rio passa.”
- Gabriela Mistral
Um som ao longe.
Um violino.
Talvez não...
Um bosque-hino
fechado em lírios.
Na noite, no dia,
Selos ao vento.
Ramos que se enlaçam
nas árvores
do pensamento.
O ocaso
é fronteira velada.
Nas tardes ruborizadas,
só penetram
duendes e fadas.
Noite chegando.
Risos brandos, círios.
Gira o carrossel humano
no bosque de lírios.
Amadurece o olhar
rumo ao infinito.
O rosto enlaça.
Enquanto a vida canta,
a noite passa...
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