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Mar meu, alma minha,
Que conheço tão pouco
E tão devagar…
Tu mar, és parte de mim.
Tal como eu, tu tens altos e baixos:
As vezes és calmo,
Outras mais agitado,
E outras ainda, colérico.
Tuas ondas são meus delírios,
Tuas marés meus estados de alma.
Ao olhar-te,
É como se fora sempre pela primeira vez…
Num êxtase sublime!
Ao deixar-te,
É como se fosse sempre pela última vez…
Com uma sensação de perda e abandono, irreparáveis.
In “SENSUALdade1
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