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Amo o teu cheiro,
Esse agreste semi-humano,
Meio selva, meio gente,
Que me invade e arde insano.
Obscena vontade que nasce,
Um querer descontrolado,
Que incendeia minha face
E me arrasta pro teu lado.
Teu corpo acende a flama,
Queima a pele e me chama,
E não te deixo sossegado
Até o ato consumado.
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