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Manuela Cavaco

   

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Pombalinho
© Letra e Música:
C. Nozes e M. Franklin

     

 

Naquela casa afastada
A miséria fez morada
E nunca mais quis sair
Quem lá mora não tem nada
Mas nos vasos da sacada
Tem saudades a sorrir

Saudades lembram a esperança
Que nunca morre nem cansa 
Se viveu no coração
E embora presas no peito
Sombras de amor já desfeito
Sempre fica uma ilusão

Por isso mesmo, que importa
Que a miséria bata à porta
Se a esperança entra a seguir
E como o Sol na alvorada
Nos canteiros da sacada
Há saudades a sorrir

    

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