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Você que anda em busca da felicidade;
Caminha pelos vales, sorri na alvorada
De lascívia, de engano ou talvez, do nada.
Segue em cada passo o caminho da vaidade;
Continue a jornada! Mas, um dia há de
Tão somente abraçar o fantasma louco.
E o calvário do desespero que o invade
Cobrirá de espinhos seu infeliz corpo.
Aí, sim... Sentira o desejo que acrucia
Afogar com lágrimas, com desespero
A imensa loucura da última agonia.
Então, nunca mais terá a primazia
De sentir o amor no suplício derradeiro.
E nunca mais ouvirá dizer: Renuncia!...
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