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Mãos que colhem a energia do grande infinito
E espalham pelo corpo a força positiva
Revigoram e despertam o corpo do preciso
E doam à alma, o tanto do que esta necessita.
Unidas, se justas, mais agradecem do que pedem
Em concha, água que mata a sede, servem
Firmes – amparam e indicam o caminho.
Suaves transmitem gestos nobres e poderosos
Num toque - apaziguam os mais temerosos
E agregam pedaços dum coração já partido.
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