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As palavras são poucas, também as sinfonias
Para expressarem o que trago agora no peito
Uma nova esperança e o apelo meu que cria
Nossa vida feliz que, outra vez, eu reinvento.
Monto, parte a parte, um inteiro todo
Pedaços que salvo do passado e reimprimo
E este meu (faço no presente) desejo caprichoso
E agora perdurar por todo o meu destino.
Ai! Que voltas como quem viveu delével
Entre o amargor da realidade e da desestima
No dia - a - dia corrompendo quase todos os elos
Numa luta ferrenha, irredutível e fria!
Eu? Que voltarias...era tudo que eu sabia!
Poucas palavras...completa sinfonia!
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