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De que me vale prisão sem volta,
De ancorada face bela aventureira,
De onde sonhos em revolta devotas,
Mantos de honras se espalham verdadeiras!...
E na freqüente honraria que vicia,
Na beldade de versos ritmados,
E na prisão em algemas ferinas,
Nos pulsos dos poetas cansados!...
Solidão a aportar em rimas solenes,
Em pétalas de sonhos, em críticos dias,
Regalo em anos-luz de alegrias!...
Não serei cativa de versos amargos,
Mas serei amante de versos malditos,
Se das prisões, sonetos libertados!...
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