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Meus seios em trêmulas espáduas, clamam,
Pelas vestes, que só teu amor comporta,
E de tão vivos, em cerúlea rota,
Castiçais em mesas, com tão nobre arranjo...
Por céu liso, sublime e acetinado,
Causam deslumbre em brancuras hortas,
Que são plantados em tão nobres fados,
Saudando a verdura, de um seio à mostra!
Colinas, em versos por faróis acesos,
Mesmo adentrando à fria lua,
Hão de vê-los, no raiar do vento...
Cetim vestindo seios, nas veias puras,
Que em clarão da harpada melodia,
Mostrei meus seios à mãe Poesia!
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