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Na simplicidade do vôo dos colibris,
Minha poesia atinge estrelas...
Num canto do varal, onde sorri,
Nos castelos de areia das clareiras.
Na simplicidade do abraço forte;
Dos recados do corpo pra imaginação.
Minha poesia se eleva à sorte,
Dos montes sensitivos do coração...
E passeia pelas trilhas do infinito;
Cada passo contado, sem os gritos,
Dos doridos rumos da solidão.
O meu porto seguro é como o vento,
Não maculo meu olhar no sofrimento;
Mas, simples navego, c'm a emoção!
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