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Cruzei sozinho meu passado
Em atalhos e estradas
Que nada me elucidaram
Do futuro que provinha.
Procriando a insanidade,
A loucura e a obsessão.
Empurrando uma fúria
Do ciclo da destruição
Da loucura de meu passado.
O que é um dia diante da eternidade?
Talvez apenas um flash de tempo
Povoado de ações
O que acontece?
Como posso definir acontecimentos?
Quem tem as respostas?
O mundo não as compreende. . .
O mundo nunca as compreendeu!
Se respondo às perguntas,
Quem as fará?
E se sou o mundo....
Quem, de fato, sou eu?
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