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Enfrentei tempestades, noites negras, vendavais.
Assassinaram meus sonhos, demoliram minhas ilusões,
E renunciei a amores impossíveis como tu.
Nunca chorei... A alma também tremeu.
Amei e amo até o fundo das minhas entranhas ,
E este amor criou raízes nas veias do coração.
Não me feriram, fui bendita e compreendida.
De joelhos nunca, subi montanhas e vivi meu próprio Edem
Também amei sem limites, vibrei com paixões intensas,
E refleti sobre utopias.
Também fui mulher inteira e multifacetadas em milhões de arestas.
Guardo comigo a admiração, a aproximação e o amor.
Não precisei nunca juntar meus pedaços,
e refleti sempre e filosofei muito muito.
Versei pedaços de corações em júbilo.
Absorvi conquistas e também me deleitei em ganhos.
Sempre sonhei...
Sempre conosco...
Sempre vivi...
Lutei sempre por meu maior desejo e ações.
Liberdade! E vôos condoreiros.
Uma luta com compreensões, bondade e Paz.
Nunca vivi guerras, nem aceitei desafios
Mas apesar disso, tive mar revoltos, que enfrentei em pé. Guerreira fiel a minha escalada no Planeta.
Fiz do discernimento minha bússola
E confesso. Vivi!!!
Nunca precisarei sofrer, pois sempre poetisa.
Tenho no peito o amor ao verso
Sou amante das letras e das palavras.
Guerreira?...
Sou também...
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