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Neste sítio,
Nesta Fundação,
Solo abençoado!
Outrora pousou um ser:
Oráculo da verdade!
Ministro do saber!
Grande Homem,
Estadista,
Escritor,
Vejo-o no pôr-do-sol!
Poeta do mar,
Cantor do céu azul
José Américo de Almeida,
Não é ele...
“O solitário de Tambaú?...”
Qual um sacrário,
Este lugar... seja venerado...
Santuário!
Aqui viveu,
Senhores!
Aqui sonhou,
Neste solo pontificou:
Zé Américo da Bagaceira!
Zé Américo do Boqueirão!
Homem de vida singular!
Filósofo do bem,
Iluminado astro,
Que seja preservado o seu
rastro!
Rogo a Deus, em oração,
Que interesses mesquinhos,
Jamais maculem este chão!
Que a posteridade
Saiba honrar este pomar!
Bendizer este rincão!
Onde o espírito
De Zé Américo,
Eternamente há de pairar:
Fincado no Cajueiro!
À sombra da Fruta-Pão!
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