|
|
Voava de pé,
pelas ruas da cidade,
feito uma asa delta,
bem devagarzinho.
Qual de nós não quer
alcançar a liberdade,
feito o "Asa Delta",
feito um passarinho ?
Voando bem perto do céu,
abraçando a vida a flutuar,
feito uma criança...
Braços abertos ao léu,
como a nos ensinar a sonhar,
a nunca perder a esperança.
(*) Esta poesia foi escrita para Jorgelino dos Santos, morador do Ingá, em Niterói, conhecido como Asa Delta, que ao tomar umas e outras abria os braços e literalmente flutuava pelo bairro, sim: Ele acreditava realmente que estava voando.
|
|