» Capa » 1ª página

  ABRALI Edições

  Rádio Poesia

  ABRALI HOST

  Revista ABRALI

Formulário fale conosco

Indique esta página

>> Cadastre-se!

Nossa Organização

» Quem somos / Nossa Missão
» Institucional / Parcerias
» Participar deste Projeto
» Editora - ABRALI Edições
» Rádio Poesia
» ABRALI HOST - Hospedagem
» Eventos - EPAC
» Comunidade ABRALI Orkut

Canais de Vídeo & Áudio

» Rádio Poesia Vídeos/Áudios
» Revista ABRALI
» Membros Acadêmicos
» Matéria da Semana

Canais Literários

» Membros Acadêmicos
» Rádio Poesia
» Grandes Escritores
» Contos
» Crônicas
» "Chapéu di Paia"
» Literatura de Cordel
» Coletâneas Abralianas
» Literatura & História

Canais de Arte

» Artes, Artistas & Cia.
» Músicas

Canais de Língua Portuguesa

» Dicas de Português
» Teoria Literária
» Ensaios
» Resenhas
» Grandes Escritores

Canais de Informação

» Revista ABRALI
» Vídeos de Eventos ABRALI
» Notícias em Tempo Real
» Direitos Autorais e Leis
» Fatos e Personagens
» Vídeos Datas Comemorativas
» Galeria de Fotos
» Artigos
» Literatura & História

Canais Especiais

» Espaço Jovem
» ABRACADABRA - Infantil
» Folclore
» Espaço Indígena
» Meio Ambiente
» Filosofia em Fatias
» Coletâneas Abralianas

Canais de Comunicação

» Fale conosco
» Inscrever-se no Projeto
» Mural de Mensagens
» Informar falhas e/ou erros
» Sala de Chat

Google

Web

www.abrali.com

    Teoria Literária

Voltar para a página índice de Teoria Literária

Vamos conhecer as técnicas do Gazel?
© Ângela Bretas

 
**O Gazel, ou Gazal, teve origem oriental, tendo sido consagrado, no século XV, pelo persa Hafiz. Consta que Goethe o tenha introduzido na Europa. Seus temas são, normalmente, eróticos ou místicos.

Basicamente, é composto de 14 ou 15 versos (Raul Xavier, in Vocabulário de poesia), ligados por rimas. Os dois primeiros versos rimam, e essa rima dita as demais rimas dos versos pares seguintes (Geir Campos, in Pequeno dicionário de arte poética, RJ: Conquista, 1960).

Manuel Bandeira praticou o Gazel. É o que constatamos in

Gazal em louvor de Hafiz
© Manuel Bandeira


Escuta o gazal que fiz,
darling, em louvor de Hafiz:

- Poeta de Chirza, teu verso
tuas mágoas e as minhas diz.

Pois no mistério do mundo
também me sinto infeliz.

Falaste: "Amarei constante
aquela que não me quis".

E as filhas de Samarcanda,
cameleiros e sufis

Ainda repetem os cantos
em que choras e sorris.

As bem-amadas ingratas
são pó; tu vives, Hafiz!

_____________________________


GAZEL DA LOUCA PAIXÃO

© Valdez-Jpa/01/03


Na longa clarinada dos meus dias,
Turíbulos espargem fantasias...

Teu corpo convidando para a dança,
Enquanto, sem pudores, me mordias...

Deixando-me no peito a lembrança
Da noite de ventura que vivias...

Teu seio emanando, suspiroso,
Ternuras, mil afagos, alegrias...

O cono... mansamente palpitoso,
Aos lances do prazer oferecias!

Ah! noite formidável, enluarada!...
No cálice da libido me trazias

Desejos... formidando a clarinada,
E sonhos enfunados de poesias!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


*Gazel dos Viciados ...
© Angela Bretas

Finda-se o dia em franjas de tons alaranjados
Despede-se o sol, com seus raios dourados...

Descortinam-se as nuvens abrindo caminho
À lua; testemunha de nossos corpos apaixonados...

Nova noite, lua cheia, meia-luz em nosso ninho
Os lençóis, em desalinho por nós jogados...

Nossa tez, nossas bocas, faíscas de energia
Se completam, sem pudor, nem pecado...

Tudo é válido, nesta entrega, que sacia e vicia
Madrugada avança, o sono foge, desprezado..

A aurora avisa que o dia desperta invejoso
Sorrimos com ternura, desta rotina habituados...

E, sem pressa, antes que o sol insista tinhoso
Iniciamos o ritual dos eternos enamorados...


Ângela Bretas
www.angelabretas.com
©
Todos Direitos Reservados

Veja, também, neste Portal, o Gazal "A Verdade" © Celso Brasil
Declamado pelo autor.

        

Voltar para a página índice de Teoria Literária

 

 

 

         

   

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site