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Eu
sou tão abençoado
Que
fico desconfiado
Que
o meu Anjo da guarda
Faz
o serviço dobrado,
E
andando sempre comigo,
Me
afasta do perigo
E
fico sempre abrigado.
Fico
até admirado
De
tanto merecimento,
E
tenho encontrado amigos
Que
sempre me dão alento
Com
amor e simpatia,
E
assim o meu dia a dia
É
um eterno provento.
Não
compreendo, nem tento
Achar
uma explicação
Por
que o amor verdadeiro
Habita
meu coração
Com
ele tenho alegria
De
encontrar cada dia,
Novo
amigo, novo irmão.
E
quando Deus põe a mão
E
aplaina nosso caminho,
As
suas bênçãos transformam
Em
flores todos espinhos,
E
coloca em nossa frente
Um
Homem Bom e decente
Como
Meu Irmão Jorginho.
Jorge
Sales é o carinho
Da
amizade verdadeira,
E
toda sua família
Caminha
na sua esteira,
Esposa,
Filhos. Cunhadas,
Pessoas
Tão educadas
Do
puro amor mensageiras.
Com
palavras verdadeiras
Confesso-me
muito honrado
Por
conhecer Madalena,
Um
ser tão Iluminado,
A
Matriarca Exemplar
Que
pode aos filhos educar
Mesmo
tendo enviuvado.
O
sol é obnubilado
Por
seu espírito refulgente
Que
cativa instantaneamente
Toda
atenção da gente,
Por
suas amabilidades
E
suas imensas qualidades
Que
estão sempre presentes.
Tais
qualidades patentes
São
a marca registrada
Que
precedem, acompanham
As
pessoas iluminadas
Que
por misericórdia Divina,
Se
aderem a nossa sina,
Iluminam
nossa estrada.
É
uma coisa engraçada...
Em
um lar abençoado,
Até
mesmo os animais
Parecem
iluminados,
Vejam
o caso Tininha
Esta
bela Cadelinha
Repleta
de predicados.
Recebe
tantos cuidados
Nesta
casa abençoada,
Mas
também prodigaliza
Com
sua alma avançada
Carinho
e amor a mancheias,
Irmanada
as almas alheias
Que
por ela são amadas.
Estas
palavras rimadas
São
prólogo para o que farei,
Porque
pretendo escrever
A
alegria que gozei
Privando
da hospitalidade
E
toda esta amizade
Que
aqui angariei.
Escrito
no Castelo do Rei Jorginho Sales, e da Rainha Angela, em Vila Velha, aos 14 de
Janeiro de 2002.
Mestre Egídio
Francisco Egídio Aires Campos
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