» Capa » 1ª página

  ABRALI Edições

  Rádio Poesia

  ABRALI HOST

  Revista ABRALI

Formulário fale conosco

Indique esta página

>> Cadastre-se!

Nossa Organização

» Quem somos / Nossa Missão
» Institucional / Parcerias
» Participar deste Projeto
» Editora - ABRALI Edições
» Rádio Poesia
» ABRALI HOST - Hospedagem
» Eventos - EPAC
» Comunidade ABRALI Orkut

Canais de Vídeo & Áudio

» Rádio Poesia Vídeos/Áudios
» Revista ABRALI
» Membros Acadêmicos
» Matéria da Semana

Canais Literários

» Membros Acadêmicos
» Rádio Poesia
» Grandes Escritores
» Contos
» Crônicas
» "Chapéu di Paia"
» Literatura de Cordel
» Coletâneas Abralianas
» Literatura & História

Canais de Arte

» Artes, Artistas & Cia.
» Músicas

Canais de Língua Portuguesa

» Dicas de Português
» Teoria Literária
» Ensaios
» Resenhas
» Grandes Escritores

Canais de Informação

» Revista ABRALI
» Vídeos de Eventos ABRALI
» Notícias em Tempo Real
» Direitos Autorais e Leis
» Fatos e Personagens
» Vídeos Datas Comemorativas
» Galeria de Fotos
» Artigos
» Literatura & História

Canais Especiais

» Espaço Jovem
» ABRACADABRA - Infantil
» Folclore
» Espaço Indígena
» Meio Ambiente
» Filosofia em Fatias
» Coletâneas Abralianas

Canais de Comunicação

» Fale conosco
» Inscrever-se no Projeto
» Mural de Mensagens
» Informar falhas e/ou erros
» Sala de Chat

Google

Web

www.abrali.com

       Literatura de Cordel

Mais deste Autor Voltar à página índice de Cordel

Rimas Vadias
©Almir Alves Filho


Vejo chorar o Brasil
Vejo chorar Portugal
Descorando a cor de anil
Modificando o astral;
Nunca falta um barril
Um arsenal, um ardil
Armando o verso abissal.

Branco que se fez paz
Durante quinhentos anos
Verde que o futuro traz
Contra todos desenganos;
Azul com raios dotais
Das riquezas florestais
E um Dourado soberano.

Alhures, um verde-oliva
E um rubor – em aquarela
Uma Nação sempre viva
Que fez história tão bela;
Com o Brasil ainda priva
De idéias construtivas
Relembrando as caravelas.

Que não seja a poesia
Um canal de dissidências
E que as rimas vadias
Não agravem conseqüências;
Só tolhendo as demasias
Vamos viver novos dias
Sem peso nas consciências.

Que os problemas pessoais
Não respinguem nas Nações
Que suas culturas, jamais
Sofram danos com ferrões;
E que os nobres jograis
Compondo versos de paz
Brilhem nas quatro estações.

  
Almir Alves da Silva Filho

© Todos Direitos Reservados
Mais deste Autor Voltar à página índice de Cordel
        

 

 

 

         

   

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site